segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O Sol

O Sol é uma estrela como muitas outras. Mas, para todos que vivem na Terra ela é a estrela mais importante. O Sol parece-nos muito grande porque é a estrela que está mais próxima da Terra. No entanto, ele é uma das estrela mais pequenas do Universo. Apesar disso, é um milhão de vezes maior que a Terra e encontra-se a cerca de 150 milhões de Km desta.

Como ocorre o eclipse solar: A lua passa entre o Sol e a Terra. Região da Terra na qual o eclipse é visível como total. Região da Terra na qual o eclipse é visível como parcial. (sombra interna e total) na Terra . A sua luz demora cerca de oito minutos a chegar até nós e é tão intensa que não nos deixa ver os outros astros durante o dia. Pode danificar os olhos se for observada diretamente ao sol.



Fonte: http://www.minerva.uevora.pt/itic/1998_1999/ceu/sistemas.html.

Postagen realizada pelas as alunas Bianca e Flora

Satélites

Um satélite é basicamente qualquer objeto que dá voltas em torno de um planeta em um trajeto circular ou elíptico. A Lua é o satélite natural e original da Terra, mas existem muitos outros, feitos pelo homem (artificiais), geralmente próximos à Terra. Satélites artificiais não são geralmente produzidos em massa. A maioria deles é construída especialmente para executar funções planejadas. São eles: GPS (com mais de 20 em órbita) e os satélites Iridium (acima de 60 orbitando o planeta).
Até pouco tempo atrás, os satélites eram dispositivos exóticos e ultra-secretos. Foram usados primeiramente para fins militares, para atividades como navegação e espionagem. Agora eles são uma parte essencial de nosso dia-a-dia. Podemos ver e reconhecer seu uso em relatórios meteorológicos, transmissão de televisão via satélite e chamadas de telefone diárias. Em muitos outros casos, os satélites desempenham funções secundárias que escapam à nossa atenção.

Como funciona um satélite?
Quando se emitem sinais na direção de um satélite estes sinas são recebidos pelo receptor do satélite que os amplifica, converte espectralmente, podendo processar, quer comandados, quer os sinais terrestres, que os reenvia através emissora do satélites, com sinais.


Como um satélite é colocado em órbita?
Todos os satélites atualmente entram em órbita carregados por um foguete ou no compartimento de carga de um ônibus espacial. Diversos países e empresas possuem recursos para o lançamento de foguetes e satélites que chegam a pesar várias toneladas e entram em órbita com segurança. Para a maioria dos lançamentos de satélite, um foguete de lançamento programado é apontado diretamente para cima. Isso permite ao foguete alcançar a parte mais espessa da atmosfera mais rapidamente, minimizando o consumo de combustível.

Outros tipos de satélites em órbita.
Aproximadamente 23 mil resíduos de lixo espacial (objetos grandes o bastante para serem rastreados por radar, inadvertidamente postos em órbita ou que se tornaram obsoletos) estão flutuando acima da Terra. O número real varia, dependendo da agência que faz a contagem. Cargas que entram na órbita errada, satélites com baterias exauridas e restos de estágios propulsores de foguetes, todos contribuem para esse número.

Fontes:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/satelites5.htm
www.fotosearch.com.br

Postagem realizada pelos alunos Nathanael e Augusto

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Meteoros

Os meteoros são conhecidos por estrela cadente, podem ser vistos a olho nu. Ele é formado por pedaços de matéria rochosa e metálica que viaja pelo espaço. O meteorito é mais rápido, se move a 42 km por segundo. Algumas chuvas de meteoros são bem conhecidas e ocorrem regularmente. Conhecendo a data correta e a hora da noite nós podemos enchergá-los.
Asteróide, cometas e meteoros são fragmentos da nebulosa da qual o Sistema Solar se formou há 4,6 bilhões de anos.
Os asteróides são corpos rochosos com cerca de 1000 quilômetros de diâmetro, ainda que a maioria seja muito menor.

Fontes:
www.cosmobrain.com.br/res/meteoros.html
Atlas Visuais: O Universo.9ª edição. São Paulo: Editora Ática, 2003, pág. 49.

Postagem feita pelos alunos: Fernanda e Lucas

As Galáxias

Uma galáxia é um grande aglomerado de bilhões de estrelas e outros objetos astronômicos (nebulosas de vários tipos, aglomerados estrelares, etc), unidos por gravitacionais em torno de um centro de massa comum.
A olho nu só podem ser vistas até três galáxias diferentes, uma delas a nossa vizinha Andrômeda que tem o dobro de nosso tamanho. Quando se diz que a nossa galáxia tem o tamanho de 100 anos luz isto significa que um raio de luz a viajar a velocidade 300 mil KM/s demoraria cerca de mil anos para cruzá-la, apesar da Via Láctea ter um grande tamanho comparada com determinadas galáxias do universo ela é relativamente uma anã, tome em consideração por exemplo a colossal Markarian 348 que tem uma impressionante dimensão de 13 vezes superior a Via Láctea que significa que um raio de luz precisaria de 1 milhão e 300 mil anos para percorrer a galáxia.

Foram descobertas um aglomerado de galáxias chamado Abell 2029 uma que tem cerca de 60 a 80 vezes a nossa galáxia.

Há vários tipos de galáxias tais como: galáxias aspirais, galáxias em barra, galáxias elípticas e galáxias irregulares.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/gal%c3%aixia

Postagem realizado pelos alunos: Renan e Rickson

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Planeta Marte


O planeta Marte é o 4° planeta do sistema solar.

O clima desse planeta é o mais parecido com a Terra. No verão de Marte a temperatura chega perto de 20°c e no inverno pode chegar a -140°c. Mesmo usando um telescópio médio é possível observar em Marte a presença de calotas polares formados de gelo seco (gás carbônico congelado). Além disso, desde o século passado os astrônomos já haviam observado a presença de estações do ano no planeta. Acredita-se que em Marte existe água congelada próximo dos pólos e abaixo da superfície.

O início da exploração com sondas começou em 1960 com vários fracassos. Somente a Mariner em 1965 consegue enviar as 21 primeiras imagens de Marte. Na década de 70, duas sondas (Viking I e Viking II) desceram em Marte com o objetivo de procurar vida na forma de bactérias, fungos ou algo parecido, mas nada foi encontrado, que pudesse comprovar a existência desses organismos. Missões complementares a Marte deram prosseguimentos até 1996 com a Mars Global Surveyor (MGS) para um mapeamento mais preciso da superfície marciana a ser completado pelo sonda até 31 de janeiro de 2000. A MGS faz parte de um programa de dez anos de duração de exploração de Marte.

Fonte:
www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/marte.html


Postagem das alunas: Andréia Luiza e Natalia Martins.

Planeta Júpiter

Júpiter é o maior planeta do sistema solar, existe nele 63 satélites ao seu redor. É considerado gasoso possuindo uma quantidade enorme de furacões. O seu período de rotação é de 9:50 h minutos, Júpiter é o quinto planeta do sistema solar, ele é formado por 87% nitrogênio e hélio, sua massa é maior do que a massa de todos os planetas juntos.

Júpiter é mil vezes maior que a Terra, se Júpiter fosse oco caberiam mais de mil Terras no seu interior, o seu diâmetro equatorial e de 143.000 km.

Júpiter foi descoberto por volta de 1610 por Galileu Galilei. Sua rotação é mais rápida no equador do que nos pólos.


Fonte do texto:
http://br.geocities.com/diestj/jupiter1.htm

Postagem das alunas: Julia e Eliana

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Planeta Mercúrio

Mercúrio é o planeta mais próximo do sol e portanto o primeiro dos oito planetas do sistema solar, ele também é o menor planeta do nosso sistema. Seu núcleo é composto por ferro; sua superfície é formada por crateras e falhas; podíamos supor que em Mercúrio não pode existir água em nenhuma forma.

A sua temperatura atingiu, de dia os 400 graus, enquanto que, de noite, baixa para 180 graus negativos. Da Terra, ele é quase invisível, pois quem olha, é cegado pela fortíssima luz do sol. A sua superfície está envolta por uma finíssima atmosfera de hélio e sódio, que não foi suficiente para impedir o choque dos meteoritos que atingiram o planeta há 4 bilhões de anos, provocando pequenas e grandes crateras. A gravidade é tão reduzida, que, se fosse possível caminhar nele, cada passo seria um enorme salto no ar.

Em 1991 cientistas em Caltech, captaram ondas de raio vindas de Mercúrio e descobriram algumas vulgarmente brilhantes vindas do pólo norte. Esse brilho poderia ser gelo.


Postagem feita por: Elvis e Wellerson